miraculos

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Menos cabazes nas montras

 | Fonte: NG


Das mais de 15 grandes e pequenas superfícies comercias de Luanda, apenas seis estão a vender cabazes. Megáfrica, Multiafrica, Ecoserv, Kero, Candando e Alimenta Angola têm disponíveis diferentes sugestões e cujos preços variam entre os seis mil e os seis milhões de kwanzas. Enquanto Jumbo, Shoprite, Mega Intermarket, Nosso Super e Maxi não arriscam em montar cabazes, em função da conjuntura.

É comum nesta altura do ano as grandes e pequenas superfícies comerciais disponibilizarem cabazes para empresas e clientes individuais que, por sua vez, vão apenas atrás do melhor que há no mercado nacional. Na presente quadra festiva, a realidade pode ser diferente.

Alguns estabelecimentos comerciais, tidos como tradicionais, estão com dificuldades em comercializar cabazes, como são os casos dos hipermercados Jumbo e Shoprite e, os supermercados Mega, Maxi, Martal e BigOne, todas em Luanda. As informações disponíveis são praticamente semelhantes: “não há cabazes à venda”, segundo os funcionários.

“Não há nenhuma possibilidade de vendermos cabazes, neste ano, por falta de condições. Além de termos o ‘stock’ limitado, os clientes não nos dão garantias”, segundo uma das funcionárias do Mega, que preferiu não ser identificada.

O Nosso Super, a AngoMat e o Intermarket também decidiram não vender cabazes neste ano. Nestes estabelecimentos, ninguém se mostrou disponível para explicar as razões para não terem montado cabazes.

A solução para muitas empresas passa por identificar o híper ou supermercado, que possa fornecer um cartão aos funcionários, para que cada um monte o seu próprio cabaz, conforme fez o empresário Alcides Victor. “Se o ministro do Comércio assegurou, na semana passada, que houve um abastecimento de produtos para a quadra festiva, não entendo porque é que os supermercados não querem vender cabazes. Estamos a ser obrigados a seguir outros métodos, onde saímos a perder”, lamenta.

TODOS OS GOSTOS E BOLSOS

Entre as superfícies comercias de Luanda, só o Kero, o Candando e Alimenta Angola até esta semana estão a comercializar cabazes. Em quase todas as outras lojas encontram-se disponíveis diferentes classes de produtos, em quantidades que as gerências entendem ser suficientes para cobrir as necessidades dos clientes. No Kero, por exemplo, há o ‘Fresco’ que custa 6.500 kwanzas, composto por um bacalhau (500gr), dois chouriços (180gr), presunto (250gr), um bolo (500gr) e um queijo (500gr). Tem ainda os cabazes ‘Cesta Básica’ (8.000 kwanzas), ‘Prata’ (12.000), ‘Platina’ (24.000) e Rubi (58.000)

Preços que Manuela Samuel, funcionária pública, considera aceitáveis “Apesar de não estarem bem recheados estão com preços acessíveis. Facilita qualquer um, até aos que ganham 18 mil kwanzas, como salario. Mas prefiro receber um cartão e escolher os produtos do meu gosto e, não receber um cabaz com alimentos e bebidas que ficaram durante muito tempo em contentores”.

Já no Candando, os tipos de cabazes disponíveis estão divididos em dois, um de alimentação com um valor, e outro apenas com bebidas, com preços variáveis. O tradicional (alimentar e bebidas) está por 24.000 kwanzas. Há ainda o ‘Clássico’, ‘Selecção’ e ‘Prestige’, cujos preços rondam os 200.000 kwanzas. Considerados “demasiados elevados” por Carlos Tavares, funcionario público “A qualidade dos produtos que compõem estes tipos de cabazes que encontrei não justificam os preços oferecidos. É muito dinheiro para pouca coisa. Podiam optar numa selecção mais nacional, pensando nos angolanos e, não nos estrangeiros”.

O Alimenta Angola tem disponíveis três opções de cabazes. O normal, que custa 8.900 kwanzas, contém um quilo de feijão, um quilo de arroz, 900g de açúcar, um litro de óleo de soja, 395g de leite condensado, 500g massa espaguete, 400g de composto, duas coca-colas, 400g de misturas para bolo de chocolate, um quilo de sal, uma lata (120g) de atum, um pacote de doce, um pacote de bolacha (400g), azeitonas (210g) duas latas de salsichas, um garfo para aperitivos, 400g de compostos e um litro de vinho; o especial custa 48.137 kwanzas, composto maioritariamente por bebidas alcoólicas; e ainda, como alternativa, o cliente pode sugerir uma lista de produtos que possam fazer parte do cabaz.

SÓ PARA EMPRESAS

Megáfrica e Multiafrica são as únicas, entre as especializadas, que ainda resistem a vender vários tipos de cabazes. Mas só estão disponíveis para empresas, que devem comprar no mínimo cinco, segundo as gerências. Ao contrário de outros híperes e supermercados, os ‘stocks’ já estão limitados, devido ao excesso de encomendas. As tres empresas garantem ter, como clientes, instituições de “relevo” como as governamentais, embaixadas e empresas dos ramos petrolífero, diamantífero e imobiliário. Aqui, os preços são ‘mais puxados’. Os cabazes mais acessíveis rondam os 50.000 kwanzas, enquanto os mais recheados ultrapassam os seis milhões de kwanzas.

De entre os tradicionais, surge também a Ecoserv, que noutros anos vendia cabazes numa das filias, a Cash e Carry Maianga. Apesar de não disponibilizar preços individuais, tem à venda cabazes do tipo ‘Classic’, prata, ouro, vip, platina, prestige e ‘Ex-libríscollection’.

Menos cabazes nas montras

 | Fonte: NG


Das mais de 15 grandes e pequenas superfícies comercias de Luanda, apenas seis estão a vender cabazes. Megáfrica, Multiafrica, Ecoserv, Kero, Candando e Alimenta Angola têm disponíveis diferentes sugestões e cujos preços variam entre os seis mil e os seis milhões de kwanzas. Enquanto Jumbo, Shoprite, Mega Intermarket, Nosso Super e Maxi não arriscam em montar cabazes, em função da conjuntura.

É comum nesta altura do ano as grandes e pequenas superfícies comerciais disponibilizarem cabazes para empresas e clientes individuais que, por sua vez, vão apenas atrás do melhor que há no mercado nacional. Na presente quadra festiva, a realidade pode ser diferente.

Alguns estabelecimentos comerciais, tidos como tradicionais, estão com dificuldades em comercializar cabazes, como são os casos dos hipermercados Jumbo e Shoprite e, os supermercados Mega, Maxi, Martal e BigOne, todas em Luanda. As informações disponíveis são praticamente semelhantes: “não há cabazes à venda”, segundo os funcionários.

“Não há nenhuma possibilidade de vendermos cabazes, neste ano, por falta de condições. Além de termos o ‘stock’ limitado, os clientes não nos dão garantias”, segundo uma das funcionárias do Mega, que preferiu não ser identificada.

O Nosso Super, a AngoMat e o Intermarket também decidiram não vender cabazes neste ano. Nestes estabelecimentos, ninguém se mostrou disponível para explicar as razões para não terem montado cabazes.

A solução para muitas empresas passa por identificar o híper ou supermercado, que possa fornecer um cartão aos funcionários, para que cada um monte o seu próprio cabaz, conforme fez o empresário Alcides Victor. “Se o ministro do Comércio assegurou, na semana passada, que houve um abastecimento de produtos para a quadra festiva, não entendo porque é que os supermercados não querem vender cabazes. Estamos a ser obrigados a seguir outros métodos, onde saímos a perder”, lamenta.

TODOS OS GOSTOS E BOLSOS

Entre as superfícies comercias de Luanda, só o Kero, o Candando e Alimenta Angola até esta semana estão a comercializar cabazes. Em quase todas as outras lojas encontram-se disponíveis diferentes classes de produtos, em quantidades que as gerências entendem ser suficientes para cobrir as necessidades dos clientes. No Kero, por exemplo, há o ‘Fresco’ que custa 6.500 kwanzas, composto por um bacalhau (500gr), dois chouriços (180gr), presunto (250gr), um bolo (500gr) e um queijo (500gr). Tem ainda os cabazes ‘Cesta Básica’ (8.000 kwanzas), ‘Prata’ (12.000), ‘Platina’ (24.000) e Rubi (58.000)

Preços que Manuela Samuel, funcionária pública, considera aceitáveis “Apesar de não estarem bem recheados estão com preços acessíveis. Facilita qualquer um, até aos que ganham 18 mil kwanzas, como salario. Mas prefiro receber um cartão e escolher os produtos do meu gosto e, não receber um cabaz com alimentos e bebidas que ficaram durante muito tempo em contentores”.

Já no Candando, os tipos de cabazes disponíveis estão divididos em dois, um de alimentação com um valor, e outro apenas com bebidas, com preços variáveis. O tradicional (alimentar e bebidas) está por 24.000 kwanzas. Há ainda o ‘Clássico’, ‘Selecção’ e ‘Prestige’, cujos preços rondam os 200.000 kwanzas. Considerados “demasiados elevados” por Carlos Tavares, funcionario público “A qualidade dos produtos que compõem estes tipos de cabazes que encontrei não justificam os preços oferecidos. É muito dinheiro para pouca coisa. Podiam optar numa selecção mais nacional, pensando nos angolanos e, não nos estrangeiros”.

O Alimenta Angola tem disponíveis três opções de cabazes. O normal, que custa 8.900 kwanzas, contém um quilo de feijão, um quilo de arroz, 900g de açúcar, um litro de óleo de soja, 395g de leite condensado, 500g massa espaguete, 400g de composto, duas coca-colas, 400g de misturas para bolo de chocolate, um quilo de sal, uma lata (120g) de atum, um pacote de doce, um pacote de bolacha (400g), azeitonas (210g) duas latas de salsichas, um garfo para aperitivos, 400g de compostos e um litro de vinho; o especial custa 48.137 kwanzas, composto maioritariamente por bebidas alcoólicas; e ainda, como alternativa, o cliente pode sugerir uma lista de produtos que possam fazer parte do cabaz.

SÓ PARA EMPRESAS

Megáfrica e Multiafrica são as únicas, entre as especializadas, que ainda resistem a vender vários tipos de cabazes. Mas só estão disponíveis para empresas, que devem comprar no mínimo cinco, segundo as gerências. Ao contrário de outros híperes e supermercados, os ‘stocks’ já estão limitados, devido ao excesso de encomendas. As tres empresas garantem ter, como clientes, instituições de “relevo” como as governamentais, embaixadas e empresas dos ramos petrolífero, diamantífero e imobiliário. Aqui, os preços são ‘mais puxados’. Os cabazes mais acessíveis rondam os 50.000 kwanzas, enquanto os mais recheados ultrapassam os seis milhões de kwanzas.

De entre os tradicionais, surge também a Ecoserv, que noutros anos vendia cabazes numa das filias, a Cash e Carry Maianga. Apesar de não disponibilizar preços individuais, tem à venda cabazes do tipo ‘Classic’, prata, ouro, vip, platina, prestige e ‘Ex-libríscollection’.

Menos cabazes nas montras

 | Fonte: NG


Das mais de 15 grandes e pequenas superfícies comercias de Luanda, apenas seis estão a vender cabazes. Megáfrica, Multiafrica, Ecoserv, Kero, Candando e Alimenta Angola têm disponíveis diferentes sugestões e cujos preços variam entre os seis mil e os seis milhões de kwanzas. Enquanto Jumbo, Shoprite, Mega Intermarket, Nosso Super e Maxi não arriscam em montar cabazes, em função da conjuntura.

É comum nesta altura do ano as grandes e pequenas superfícies comerciais disponibilizarem cabazes para empresas e clientes individuais que, por sua vez, vão apenas atrás do melhor que há no mercado nacional. Na presente quadra festiva, a realidade pode ser diferente.

Alguns estabelecimentos comerciais, tidos como tradicionais, estão com dificuldades em comercializar cabazes, como são os casos dos hipermercados Jumbo e Shoprite e, os supermercados Mega, Maxi, Martal e BigOne, todas em Luanda. As informações disponíveis são praticamente semelhantes: “não há cabazes à venda”, segundo os funcionários.

“Não há nenhuma possibilidade de vendermos cabazes, neste ano, por falta de condições. Além de termos o ‘stock’ limitado, os clientes não nos dão garantias”, segundo uma das funcionárias do Mega, que preferiu não ser identificada.

O Nosso Super, a AngoMat e o Intermarket também decidiram não vender cabazes neste ano. Nestes estabelecimentos, ninguém se mostrou disponível para explicar as razões para não terem montado cabazes.

A solução para muitas empresas passa por identificar o híper ou supermercado, que possa fornecer um cartão aos funcionários, para que cada um monte o seu próprio cabaz, conforme fez o empresário Alcides Victor. “Se o ministro do Comércio assegurou, na semana passada, que houve um abastecimento de produtos para a quadra festiva, não entendo porque é que os supermercados não querem vender cabazes. Estamos a ser obrigados a seguir outros métodos, onde saímos a perder”, lamenta.

TODOS OS GOSTOS E BOLSOS

Entre as superfícies comercias de Luanda, só o Kero, o Candando e Alimenta Angola até esta semana estão a comercializar cabazes. Em quase todas as outras lojas encontram-se disponíveis diferentes classes de produtos, em quantidades que as gerências entendem ser suficientes para cobrir as necessidades dos clientes. No Kero, por exemplo, há o ‘Fresco’ que custa 6.500 kwanzas, composto por um bacalhau (500gr), dois chouriços (180gr), presunto (250gr), um bolo (500gr) e um queijo (500gr). Tem ainda os cabazes ‘Cesta Básica’ (8.000 kwanzas), ‘Prata’ (12.000), ‘Platina’ (24.000) e Rubi (58.000)

Preços que Manuela Samuel, funcionária pública, considera aceitáveis “Apesar de não estarem bem recheados estão com preços acessíveis. Facilita qualquer um, até aos que ganham 18 mil kwanzas, como salario. Mas prefiro receber um cartão e escolher os produtos do meu gosto e, não receber um cabaz com alimentos e bebidas que ficaram durante muito tempo em contentores”.

Já no Candando, os tipos de cabazes disponíveis estão divididos em dois, um de alimentação com um valor, e outro apenas com bebidas, com preços variáveis. O tradicional (alimentar e bebidas) está por 24.000 kwanzas. Há ainda o ‘Clássico’, ‘Selecção’ e ‘Prestige’, cujos preços rondam os 200.000 kwanzas. Considerados “demasiados elevados” por Carlos Tavares, funcionario público “A qualidade dos produtos que compõem estes tipos de cabazes que encontrei não justificam os preços oferecidos. É muito dinheiro para pouca coisa. Podiam optar numa selecção mais nacional, pensando nos angolanos e, não nos estrangeiros”.

O Alimenta Angola tem disponíveis três opções de cabazes. O normal, que custa 8.900 kwanzas, contém um quilo de feijão, um quilo de arroz, 900g de açúcar, um litro de óleo de soja, 395g de leite condensado, 500g massa espaguete, 400g de composto, duas coca-colas, 400g de misturas para bolo de chocolate, um quilo de sal, uma lata (120g) de atum, um pacote de doce, um pacote de bolacha (400g), azeitonas (210g) duas latas de salsichas, um garfo para aperitivos, 400g de compostos e um litro de vinho; o especial custa 48.137 kwanzas, composto maioritariamente por bebidas alcoólicas; e ainda, como alternativa, o cliente pode sugerir uma lista de produtos que possam fazer parte do cabaz.

SÓ PARA EMPRESAS

Megáfrica e Multiafrica são as únicas, entre as especializadas, que ainda resistem a vender vários tipos de cabazes. Mas só estão disponíveis para empresas, que devem comprar no mínimo cinco, segundo as gerências. Ao contrário de outros híperes e supermercados, os ‘stocks’ já estão limitados, devido ao excesso de encomendas. As tres empresas garantem ter, como clientes, instituições de “relevo” como as governamentais, embaixadas e empresas dos ramos petrolífero, diamantífero e imobiliário. Aqui, os preços são ‘mais puxados’. Os cabazes mais acessíveis rondam os 50.000 kwanzas, enquanto os mais recheados ultrapassam os seis milhões de kwanzas.

De entre os tradicionais, surge também a Ecoserv, que noutros anos vendia cabazes numa das filias, a Cash e Carry Maianga. Apesar de não disponibilizar preços individuais, tem à venda cabazes do tipo ‘Classic’, prata, ouro, vip, platina, prestige e ‘Ex-libríscollection’.

Angola já pagou 80 milhões de dólares para recomprar kwanzas que estão na Namíbia

 | Fonte: Lusa


Angola já pagou 80 milhões de dólares ao Banco da Namíbia (BoN), no âmbito do acordo para recomprar, em divisas, 32 mil milhões de kwanzas que entraram no país vizinho devido ao acordo monetário de 2015, foi hoje divulgado. Com este pagamento, a dívida angolana à Namíbia, segundo o governador do banco central namibiano, Ipumbu Shiimi, citado na imprensa local, está agora nos 346,3 milhões de dólares (321,1 milhões de euros).

Depois de em julho de 2015, ao fim de um mês, ter sido considerado pelo Banco Nacional de Angola (BNA) como em situação de «descontrolo», no lado namibiano, ao exceder largamente os montantes estipulados para aceitação reciproca da moeda de cada país (kwanzas e dólares namibianos), o acordo entre o BNA e BoN foi definitivamente suspenso em dezembro, ao fim de cinco meses.

Angola chegou a pedir cinco anos para recomprar todos os kwanzas no Banco da Namíbia. Numa informação divulgada pelo BoN, refere-se que a compra feita por Angola, juntamente com outras operações do banco central, contribuiu para aumentar as reservas líquidas internacionais daquele país para 25 mil milhões de dólares namibianos (1,7 mil milhões de euros), suficientes para 3,3 meses de importações.


A informação reporta à situação a 30 de novembro e resulta da última reunião do Comité de Política Monetária, que teve lugar a 06 de dezembro.


Angola deveria gastar 426,3 milhões de dólares (395,2 milhões de euros), em divisas, para recomprar ao BoN os 32 mil milhões de kwanzas (a moeda nacional angolana já desvalorizou num ano e meio cerca de 50%) que entraram naquele país vizinho nos cerca de cinco meses que durou um acordo monetário.


Em 2015, numa altura de fortes restrições no acesso a divisas em Angola - que persistem devido à quebra na cotação do barril de crude no mercado internacional -, este acordo, que pretendia facilitar as trocas comercias entre as localidades Oshikango (Namíbia) e de Santa Clara (Angola), terá sido utilizado para a troca de elevadas quantidades de kwanzas por dólares namibianos.


O resultado foi que desde o início da aplicação do acordo, a 18 de junho de 2015, e até ao início de dezembro, o banco central namibiano acumulou 32 mil milhões de kwanzas nos seus cofres, trocados nas casas de câmbio e bancos da fronteira com Angola.


As autoridades namibianas reclamam a recompra destes kwanzas, que não têm utilização naquele país, por ser uma moeda apenas aceite em Angola.


Angola vive uma profunda crise financeira e económica decorrente da forte quebra da cotação internacional do barril de crude, que por sua vez fez diminuir a entrada de divisas no país, levando o BNA e os bancos comerciais a restringirem o seu acesso aos clientes, que fez disparar os preços e dificulta as importações, além da forte desvalorização do kwanza.


As duas instituições anunciaram há um ano que um «novo mecanismo» para conversão de moeda seria iniciado a 21 de dezembro de 2015, centralizado no BNA e apenas disponível nos bancos comerciais angolanos.


O BoN passou a emitir dólares namibianos para o BNA, o qual assumirá a gestão e disponibilização da moeda aos bancos comerciais e no posto transfronteiriço de Santa Clara (sul de Angola).

«Isto significa que não haverá nova troca de kwanzas na Namíbia», informaram na altura.


No acordo inicial, cada cidadão residente cambial podia viajar para o país vizinho (e efetuar transações) com entre 150.000 kwanzas (840 euros, à taxa de câmbio atual) e 500.000 kwanzas (2.800 euros, à taxa de câmbio atual), entre menores e maiores de idade, respetivamente, quantias que só podiam ser trocadas nas casas de câmbio ou instituições bancárias das duas localidades.

Angola já pagou 80 milhões de dólares para recomprar kwanzas que estão na Namíbia

 | Fonte: Lusa


Angola já pagou 80 milhões de dólares ao Banco da Namíbia (BoN), no âmbito do acordo para recomprar, em divisas, 32 mil milhões de kwanzas que entraram no país vizinho devido ao acordo monetário de 2015, foi hoje divulgado. Com este pagamento, a dívida angolana à Namíbia, segundo o governador do banco central namibiano, Ipumbu Shiimi, citado na imprensa local, está agora nos 346,3 milhões de dólares (321,1 milhões de euros).

Depois de em julho de 2015, ao fim de um mês, ter sido considerado pelo Banco Nacional de Angola (BNA) como em situação de «descontrolo», no lado namibiano, ao exceder largamente os montantes estipulados para aceitação reciproca da moeda de cada país (kwanzas e dólares namibianos), o acordo entre o BNA e BoN foi definitivamente suspenso em dezembro, ao fim de cinco meses.

Angola chegou a pedir cinco anos para recomprar todos os kwanzas no Banco da Namíbia. Numa informação divulgada pelo BoN, refere-se que a compra feita por Angola, juntamente com outras operações do banco central, contribuiu para aumentar as reservas líquidas internacionais daquele país para 25 mil milhões de dólares namibianos (1,7 mil milhões de euros), suficientes para 3,3 meses de importações.


A informação reporta à situação a 30 de novembro e resulta da última reunião do Comité de Política Monetária, que teve lugar a 06 de dezembro.


Angola deveria gastar 426,3 milhões de dólares (395,2 milhões de euros), em divisas, para recomprar ao BoN os 32 mil milhões de kwanzas (a moeda nacional angolana já desvalorizou num ano e meio cerca de 50%) que entraram naquele país vizinho nos cerca de cinco meses que durou um acordo monetário.


Em 2015, numa altura de fortes restrições no acesso a divisas em Angola - que persistem devido à quebra na cotação do barril de crude no mercado internacional -, este acordo, que pretendia facilitar as trocas comercias entre as localidades Oshikango (Namíbia) e de Santa Clara (Angola), terá sido utilizado para a troca de elevadas quantidades de kwanzas por dólares namibianos.


O resultado foi que desde o início da aplicação do acordo, a 18 de junho de 2015, e até ao início de dezembro, o banco central namibiano acumulou 32 mil milhões de kwanzas nos seus cofres, trocados nas casas de câmbio e bancos da fronteira com Angola.


As autoridades namibianas reclamam a recompra destes kwanzas, que não têm utilização naquele país, por ser uma moeda apenas aceite em Angola.


Angola vive uma profunda crise financeira e económica decorrente da forte quebra da cotação internacional do barril de crude, que por sua vez fez diminuir a entrada de divisas no país, levando o BNA e os bancos comerciais a restringirem o seu acesso aos clientes, que fez disparar os preços e dificulta as importações, além da forte desvalorização do kwanza.


As duas instituições anunciaram há um ano que um «novo mecanismo» para conversão de moeda seria iniciado a 21 de dezembro de 2015, centralizado no BNA e apenas disponível nos bancos comerciais angolanos.


O BoN passou a emitir dólares namibianos para o BNA, o qual assumirá a gestão e disponibilização da moeda aos bancos comerciais e no posto transfronteiriço de Santa Clara (sul de Angola).

«Isto significa que não haverá nova troca de kwanzas na Namíbia», informaram na altura.


No acordo inicial, cada cidadão residente cambial podia viajar para o país vizinho (e efetuar transações) com entre 150.000 kwanzas (840 euros, à taxa de câmbio atual) e 500.000 kwanzas (2.800 euros, à taxa de câmbio atual), entre menores e maiores de idade, respetivamente, quantias que só podiam ser trocadas nas casas de câmbio ou instituições bancárias das duas localidades.

Angola já pagou 80 milhões de dólares para recomprar kwanzas que estão na Namíbia

 | Fonte: Lusa


Angola já pagou 80 milhões de dólares ao Banco da Namíbia (BoN), no âmbito do acordo para recomprar, em divisas, 32 mil milhões de kwanzas que entraram no país vizinho devido ao acordo monetário de 2015, foi hoje divulgado. Com este pagamento, a dívida angolana à Namíbia, segundo o governador do banco central namibiano, Ipumbu Shiimi, citado na imprensa local, está agora nos 346,3 milhões de dólares (321,1 milhões de euros).

Depois de em julho de 2015, ao fim de um mês, ter sido considerado pelo Banco Nacional de Angola (BNA) como em situação de «descontrolo», no lado namibiano, ao exceder largamente os montantes estipulados para aceitação reciproca da moeda de cada país (kwanzas e dólares namibianos), o acordo entre o BNA e BoN foi definitivamente suspenso em dezembro, ao fim de cinco meses.

Angola chegou a pedir cinco anos para recomprar todos os kwanzas no Banco da Namíbia. Numa informação divulgada pelo BoN, refere-se que a compra feita por Angola, juntamente com outras operações do banco central, contribuiu para aumentar as reservas líquidas internacionais daquele país para 25 mil milhões de dólares namibianos (1,7 mil milhões de euros), suficientes para 3,3 meses de importações.


A informação reporta à situação a 30 de novembro e resulta da última reunião do Comité de Política Monetária, que teve lugar a 06 de dezembro.


Angola deveria gastar 426,3 milhões de dólares (395,2 milhões de euros), em divisas, para recomprar ao BoN os 32 mil milhões de kwanzas (a moeda nacional angolana já desvalorizou num ano e meio cerca de 50%) que entraram naquele país vizinho nos cerca de cinco meses que durou um acordo monetário.


Em 2015, numa altura de fortes restrições no acesso a divisas em Angola - que persistem devido à quebra na cotação do barril de crude no mercado internacional -, este acordo, que pretendia facilitar as trocas comercias entre as localidades Oshikango (Namíbia) e de Santa Clara (Angola), terá sido utilizado para a troca de elevadas quantidades de kwanzas por dólares namibianos.


O resultado foi que desde o início da aplicação do acordo, a 18 de junho de 2015, e até ao início de dezembro, o banco central namibiano acumulou 32 mil milhões de kwanzas nos seus cofres, trocados nas casas de câmbio e bancos da fronteira com Angola.


As autoridades namibianas reclamam a recompra destes kwanzas, que não têm utilização naquele país, por ser uma moeda apenas aceite em Angola.


Angola vive uma profunda crise financeira e económica decorrente da forte quebra da cotação internacional do barril de crude, que por sua vez fez diminuir a entrada de divisas no país, levando o BNA e os bancos comerciais a restringirem o seu acesso aos clientes, que fez disparar os preços e dificulta as importações, além da forte desvalorização do kwanza.


As duas instituições anunciaram há um ano que um «novo mecanismo» para conversão de moeda seria iniciado a 21 de dezembro de 2015, centralizado no BNA e apenas disponível nos bancos comerciais angolanos.


O BoN passou a emitir dólares namibianos para o BNA, o qual assumirá a gestão e disponibilização da moeda aos bancos comerciais e no posto transfronteiriço de Santa Clara (sul de Angola).

«Isto significa que não haverá nova troca de kwanzas na Namíbia», informaram na altura.


No acordo inicial, cada cidadão residente cambial podia viajar para o país vizinho (e efetuar transações) com entre 150.000 kwanzas (840 euros, à taxa de câmbio atual) e 500.000 kwanzas (2.800 euros, à taxa de câmbio atual), entre menores e maiores de idade, respetivamente, quantias que só podiam ser trocadas nas casas de câmbio ou instituições bancárias das duas localidades.

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