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SPIC investiga futebolista do ASA por venda e distribuição de drogas





Lisboa – Os efectivos da direcção provincial do Serviço de Investigação Criminal de Luanda estão a investigar e acompanhar de perto os movimentos – considerados suspeitos – de um jogador do Atlético Sport Aviação (ASA), de nome Anastácio Costa, suspeito de fazer parte de um grupo de criminosos que distribui drogas (cocaína, libanga e liamba) no Zango, localizado no município de Viana.

Fonte: Club-k.net
O respectivo grupo de malfeitores – cujos dirigentes e a sede se localiza na Terra Nova, distrito de Rangel, em Luanda – que passou a ser considerado pelos investigadores da SPIC Luanda, como “altamente perigoso” por envergarem igualmente na prática de assassinato (por encomenda) e prostituição.

De acordo com uma fonte oficial, desde o ano transacto que Anastácio Costa (que viveu uma parte da sua vida no bairro Terra Nova) passou controlar os actos criminosos deste grupo que actua em peso nos Zangos 3 e 4, onde tem vindo a crescer, assustadoramente, a prática de prostituição e consumo de drogas.

Um dos lugares chave montado para a venda e distribuição de drogas e prática de prostituição é num estabelecimento de vendas de bebidas alcoólicas conhecido por “Sagres”, de um jovem oriundo da Ilha de Cabo, arredores da discoteca “Flash 4”, localizado igualmente no Zango 4.

A investigação dos efectivos da SPIC estende-se igualmente para os efectivos do posto policial do Zango 4 (localizado nos arredores do SIAC), pertencente ao Comando Municipal de Viana, que são acusados de cobrir os actos criminosos deste grupo de marginais em troca de valores monetários.

Sabe-se que neste preciso momento, Anastácio Costa acaba de chegar a Luanda vindo da província de Benguela onde com a sua equipa de futebol ASA (que na classificação geral se encontra em 12º posição, com 17 pontos) após de derrotar no dia 10/07, o Académica de Lobito no prosseguimento da 16ª jornada do Campeonato Nacional de futebol da primeira divisão (GirabolaZap2016).

SPIC investiga futebolista do ASA por venda e distribuição de drogas





Lisboa – Os efectivos da direcção provincial do Serviço de Investigação Criminal de Luanda estão a investigar e acompanhar de perto os movimentos – considerados suspeitos – de um jogador do Atlético Sport Aviação (ASA), de nome Anastácio Costa, suspeito de fazer parte de um grupo de criminosos que distribui drogas (cocaína, libanga e liamba) no Zango, localizado no município de Viana.

Fonte: Club-k.net
O respectivo grupo de malfeitores – cujos dirigentes e a sede se localiza na Terra Nova, distrito de Rangel, em Luanda – que passou a ser considerado pelos investigadores da SPIC Luanda, como “altamente perigoso” por envergarem igualmente na prática de assassinato (por encomenda) e prostituição.

De acordo com uma fonte oficial, desde o ano transacto que Anastácio Costa (que viveu uma parte da sua vida no bairro Terra Nova) passou controlar os actos criminosos deste grupo que actua em peso nos Zangos 3 e 4, onde tem vindo a crescer, assustadoramente, a prática de prostituição e consumo de drogas.

Um dos lugares chave montado para a venda e distribuição de drogas e prática de prostituição é num estabelecimento de vendas de bebidas alcoólicas conhecido por “Sagres”, de um jovem oriundo da Ilha de Cabo, arredores da discoteca “Flash 4”, localizado igualmente no Zango 4.

A investigação dos efectivos da SPIC estende-se igualmente para os efectivos do posto policial do Zango 4 (localizado nos arredores do SIAC), pertencente ao Comando Municipal de Viana, que são acusados de cobrir os actos criminosos deste grupo de marginais em troca de valores monetários.

Sabe-se que neste preciso momento, Anastácio Costa acaba de chegar a Luanda vindo da província de Benguela onde com a sua equipa de futebol ASA (que na classificação geral se encontra em 12º posição, com 17 pontos) após de derrotar no dia 10/07, o Académica de Lobito no prosseguimento da 16ª jornada do Campeonato Nacional de futebol da primeira divisão (GirabolaZap2016).

SPIC investiga futebolista do ASA por venda e distribuição de drogas





Lisboa – Os efectivos da direcção provincial do Serviço de Investigação Criminal de Luanda estão a investigar e acompanhar de perto os movimentos – considerados suspeitos – de um jogador do Atlético Sport Aviação (ASA), de nome Anastácio Costa, suspeito de fazer parte de um grupo de criminosos que distribui drogas (cocaína, libanga e liamba) no Zango, localizado no município de Viana.

Fonte: Club-k.net
O respectivo grupo de malfeitores – cujos dirigentes e a sede se localiza na Terra Nova, distrito de Rangel, em Luanda – que passou a ser considerado pelos investigadores da SPIC Luanda, como “altamente perigoso” por envergarem igualmente na prática de assassinato (por encomenda) e prostituição.

De acordo com uma fonte oficial, desde o ano transacto que Anastácio Costa (que viveu uma parte da sua vida no bairro Terra Nova) passou controlar os actos criminosos deste grupo que actua em peso nos Zangos 3 e 4, onde tem vindo a crescer, assustadoramente, a prática de prostituição e consumo de drogas.

Um dos lugares chave montado para a venda e distribuição de drogas e prática de prostituição é num estabelecimento de vendas de bebidas alcoólicas conhecido por “Sagres”, de um jovem oriundo da Ilha de Cabo, arredores da discoteca “Flash 4”, localizado igualmente no Zango 4.

A investigação dos efectivos da SPIC estende-se igualmente para os efectivos do posto policial do Zango 4 (localizado nos arredores do SIAC), pertencente ao Comando Municipal de Viana, que são acusados de cobrir os actos criminosos deste grupo de marginais em troca de valores monetários.

Sabe-se que neste preciso momento, Anastácio Costa acaba de chegar a Luanda vindo da província de Benguela onde com a sua equipa de futebol ASA (que na classificação geral se encontra em 12º posição, com 17 pontos) após de derrotar no dia 10/07, o Académica de Lobito no prosseguimento da 16ª jornada do Campeonato Nacional de futebol da primeira divisão (GirabolaZap2016).

Aumento de preços pode provocar convulsão social em Angola






Luanda - Angola enfrenta nos últimos meses uma crescente falta de alimentos, ao mesmo tempo que os preços dos produtos aumentam diariamente e os vendedores a grosso e supermercados já limitam a quantidade de venda por pessoa.

*Coque Mukuta
Fonte: VOA

Analistas afirmam que esta situação pode criar convulsões no país no momento em que o Governo procura dinheiro para comprar alimentos e medicamentos.


O Executivo anunciou ter garantido, desde Novembro, 11,4 mil milhões de dólares em empréstimos para colmatar as dificuldades financeiras face à quebra na cotação do petróleo no mercado internacional.



No domingo, a agência de notícias financeiras Bloomberg revelou que o Governo angolano e um fundo de investimento com sede em Londres Gemcorp estão a negociar um novo empréstimo de 500 milhões de dólares, que permite a Luanda comprar alimentos e medicamentos.



A questão, no entanto, não passa apenas por contornar a falta de fundos ou esperar pelo aumento do preço do crude no mercado internacional.



Para o especialista em políticas públicas, David Kissadila, o Governo deve melhorar as suas politicas de abastecimento de alimentos, caso contrário pode enfrentar convulsões sociais devido ao descontentamento popular.



“Numa casa onde não tem comida todos ralham e ninguém tem razão, e aí poderá criar eventuais condições para uma convulsão”, reforçou Kissadila.



Apesar de também considerar que os preços irão aumentar, o também economista Precioso Domingos descarta qualquer convulsão social por, segundo ele, não existir uma consciência cívica no cidadão angolano.



“Infelizmente vai piorar num curto prazo porque podemos terminar o ano com uma taxa de inflação de 50 por cento”, reforça.



Desde o fim de 2014, quando o preço do crude no mercado internacional começou a cair, o Governo de Angola enfrenta uma grave crise financeira que já é assumida pelas próprias autoridades.



Um comunicado enviado na segunda-feira 11, pelo Ministério das Finanças às redacções revela que o crescimento do Produto Interno Bruto está agora estimado em 1,3 por cento em relação a 2015, menos de metade dos 3,3 por cento previstos no Orçamento Geral do Estado para 2016.



Para complicar ainda mais as contas do Executivo, o orçamento para este ano foi feito tendo por base o preço do barril de crude a 45 dólares, mas agora as autoridades reconhecem que o preço médio será de 41 dólares.

Aumento de preços pode provocar convulsão social em Angola






Luanda - Angola enfrenta nos últimos meses uma crescente falta de alimentos, ao mesmo tempo que os preços dos produtos aumentam diariamente e os vendedores a grosso e supermercados já limitam a quantidade de venda por pessoa.

*Coque Mukuta
Fonte: VOA

Analistas afirmam que esta situação pode criar convulsões no país no momento em que o Governo procura dinheiro para comprar alimentos e medicamentos.


O Executivo anunciou ter garantido, desde Novembro, 11,4 mil milhões de dólares em empréstimos para colmatar as dificuldades financeiras face à quebra na cotação do petróleo no mercado internacional.



No domingo, a agência de notícias financeiras Bloomberg revelou que o Governo angolano e um fundo de investimento com sede em Londres Gemcorp estão a negociar um novo empréstimo de 500 milhões de dólares, que permite a Luanda comprar alimentos e medicamentos.



A questão, no entanto, não passa apenas por contornar a falta de fundos ou esperar pelo aumento do preço do crude no mercado internacional.



Para o especialista em políticas públicas, David Kissadila, o Governo deve melhorar as suas politicas de abastecimento de alimentos, caso contrário pode enfrentar convulsões sociais devido ao descontentamento popular.



“Numa casa onde não tem comida todos ralham e ninguém tem razão, e aí poderá criar eventuais condições para uma convulsão”, reforçou Kissadila.



Apesar de também considerar que os preços irão aumentar, o também economista Precioso Domingos descarta qualquer convulsão social por, segundo ele, não existir uma consciência cívica no cidadão angolano.



“Infelizmente vai piorar num curto prazo porque podemos terminar o ano com uma taxa de inflação de 50 por cento”, reforça.



Desde o fim de 2014, quando o preço do crude no mercado internacional começou a cair, o Governo de Angola enfrenta uma grave crise financeira que já é assumida pelas próprias autoridades.



Um comunicado enviado na segunda-feira 11, pelo Ministério das Finanças às redacções revela que o crescimento do Produto Interno Bruto está agora estimado em 1,3 por cento em relação a 2015, menos de metade dos 3,3 por cento previstos no Orçamento Geral do Estado para 2016.



Para complicar ainda mais as contas do Executivo, o orçamento para este ano foi feito tendo por base o preço do barril de crude a 45 dólares, mas agora as autoridades reconhecem que o preço médio será de 41 dólares.

Aumento de preços pode provocar convulsão social em Angola






Luanda - Angola enfrenta nos últimos meses uma crescente falta de alimentos, ao mesmo tempo que os preços dos produtos aumentam diariamente e os vendedores a grosso e supermercados já limitam a quantidade de venda por pessoa.

*Coque Mukuta
Fonte: VOA

Analistas afirmam que esta situação pode criar convulsões no país no momento em que o Governo procura dinheiro para comprar alimentos e medicamentos.


O Executivo anunciou ter garantido, desde Novembro, 11,4 mil milhões de dólares em empréstimos para colmatar as dificuldades financeiras face à quebra na cotação do petróleo no mercado internacional.



No domingo, a agência de notícias financeiras Bloomberg revelou que o Governo angolano e um fundo de investimento com sede em Londres Gemcorp estão a negociar um novo empréstimo de 500 milhões de dólares, que permite a Luanda comprar alimentos e medicamentos.



A questão, no entanto, não passa apenas por contornar a falta de fundos ou esperar pelo aumento do preço do crude no mercado internacional.



Para o especialista em políticas públicas, David Kissadila, o Governo deve melhorar as suas politicas de abastecimento de alimentos, caso contrário pode enfrentar convulsões sociais devido ao descontentamento popular.



“Numa casa onde não tem comida todos ralham e ninguém tem razão, e aí poderá criar eventuais condições para uma convulsão”, reforçou Kissadila.



Apesar de também considerar que os preços irão aumentar, o também economista Precioso Domingos descarta qualquer convulsão social por, segundo ele, não existir uma consciência cívica no cidadão angolano.



“Infelizmente vai piorar num curto prazo porque podemos terminar o ano com uma taxa de inflação de 50 por cento”, reforça.



Desde o fim de 2014, quando o preço do crude no mercado internacional começou a cair, o Governo de Angola enfrenta uma grave crise financeira que já é assumida pelas próprias autoridades.



Um comunicado enviado na segunda-feira 11, pelo Ministério das Finanças às redacções revela que o crescimento do Produto Interno Bruto está agora estimado em 1,3 por cento em relação a 2015, menos de metade dos 3,3 por cento previstos no Orçamento Geral do Estado para 2016.



Para complicar ainda mais as contas do Executivo, o orçamento para este ano foi feito tendo por base o preço do barril de crude a 45 dólares, mas agora as autoridades reconhecem que o preço médio será de 41 dólares.

Banco BIC alvo de dois processos de contra-ordenação em Portugal




Lisboa - O Banco BIC Portugal, cuja maior accionista é Isabel dos Santos (42,5%), está a ser alvo de dois processos de contra-ordenação por parte do Banco de Portugal (BdP), conta o “Jornal de Negócios” esta sexta-feira. Estes processos devem-se a falhas no modelo de concessão de crédito e a situações relacionadas com branqueamento de capitais.

Fonte: JN

Segundo fontes do “Negócios”, estas investigações estiveram por trás da oposição do supervisor à nomeação de Jaime Pereira para presidente executivo do banco e à continuação de Fernando Teles como presidente não executivo da instituição onde é o segundo maior accionista, com uma quota de 37,5%. Os processos foram desencadeados depois de duas inspecções autónomas à instituição, em 2015, e estão ainda em fase de investigação. Em causa, nestas inspeções, estiverem os mecanismos de prevenção do branqueamento de capitais e a avaliação do sistema de governo do banco.


Na primeira ação de supervisão, o BdP considerou insuficientes os instrumentos de que o BIC dispunha para prevenir e detectar situações de lavagem de dinheiro, tendo encontrado "situações alegadamente suspeitas" envolvendo Jaime Pereira, que deverá ser um dos visados no processo de contra-ordenação em curso.


Para superar estas fragilidades, o Banco de Portugal impôs cerca de 30 correções ao mecanismo adoptado pela instituição financeira.


Na segunda acção, o relatório do supervisor, refere problemas ao nível do governo interno da instituição, designadamente no que respeita ao funcionamento dos seus órgãos sociais, e ao “envolvimento dos mesmos na definição, discussão e acompanhamento da estratégia e da actividade corrente do banco e da adequação dos recursos alocados às funções de controlo”.


Em abril, o Expressou noticiou que o Banco de Portugal estava a analisar o processo de idoneidade de Isabel dos Santos, no dossiê de nomeação dos órgãos sociais do BIC, e tinha recusado a indicação de outros administradores do BIC devido a dúvidas sobre o cumprimento de regras de "compliance" (observâncias de procedimentos) tornadas obrigatórias pelo Banco Central Europeu.

Banco BIC alvo de dois processos de contra-ordenação em Portugal




Lisboa - O Banco BIC Portugal, cuja maior accionista é Isabel dos Santos (42,5%), está a ser alvo de dois processos de contra-ordenação por parte do Banco de Portugal (BdP), conta o “Jornal de Negócios” esta sexta-feira. Estes processos devem-se a falhas no modelo de concessão de crédito e a situações relacionadas com branqueamento de capitais.

Fonte: JN

Segundo fontes do “Negócios”, estas investigações estiveram por trás da oposição do supervisor à nomeação de Jaime Pereira para presidente executivo do banco e à continuação de Fernando Teles como presidente não executivo da instituição onde é o segundo maior accionista, com uma quota de 37,5%. Os processos foram desencadeados depois de duas inspecções autónomas à instituição, em 2015, e estão ainda em fase de investigação. Em causa, nestas inspeções, estiverem os mecanismos de prevenção do branqueamento de capitais e a avaliação do sistema de governo do banco.


Na primeira ação de supervisão, o BdP considerou insuficientes os instrumentos de que o BIC dispunha para prevenir e detectar situações de lavagem de dinheiro, tendo encontrado "situações alegadamente suspeitas" envolvendo Jaime Pereira, que deverá ser um dos visados no processo de contra-ordenação em curso.


Para superar estas fragilidades, o Banco de Portugal impôs cerca de 30 correções ao mecanismo adoptado pela instituição financeira.


Na segunda acção, o relatório do supervisor, refere problemas ao nível do governo interno da instituição, designadamente no que respeita ao funcionamento dos seus órgãos sociais, e ao “envolvimento dos mesmos na definição, discussão e acompanhamento da estratégia e da actividade corrente do banco e da adequação dos recursos alocados às funções de controlo”.


Em abril, o Expressou noticiou que o Banco de Portugal estava a analisar o processo de idoneidade de Isabel dos Santos, no dossiê de nomeação dos órgãos sociais do BIC, e tinha recusado a indicação de outros administradores do BIC devido a dúvidas sobre o cumprimento de regras de "compliance" (observâncias de procedimentos) tornadas obrigatórias pelo Banco Central Europeu.

Banco BIC alvo de dois processos de contra-ordenação em Portugal




Lisboa - O Banco BIC Portugal, cuja maior accionista é Isabel dos Santos (42,5%), está a ser alvo de dois processos de contra-ordenação por parte do Banco de Portugal (BdP), conta o “Jornal de Negócios” esta sexta-feira. Estes processos devem-se a falhas no modelo de concessão de crédito e a situações relacionadas com branqueamento de capitais.

Fonte: JN

Segundo fontes do “Negócios”, estas investigações estiveram por trás da oposição do supervisor à nomeação de Jaime Pereira para presidente executivo do banco e à continuação de Fernando Teles como presidente não executivo da instituição onde é o segundo maior accionista, com uma quota de 37,5%. Os processos foram desencadeados depois de duas inspecções autónomas à instituição, em 2015, e estão ainda em fase de investigação. Em causa, nestas inspeções, estiverem os mecanismos de prevenção do branqueamento de capitais e a avaliação do sistema de governo do banco.


Na primeira ação de supervisão, o BdP considerou insuficientes os instrumentos de que o BIC dispunha para prevenir e detectar situações de lavagem de dinheiro, tendo encontrado "situações alegadamente suspeitas" envolvendo Jaime Pereira, que deverá ser um dos visados no processo de contra-ordenação em curso.


Para superar estas fragilidades, o Banco de Portugal impôs cerca de 30 correções ao mecanismo adoptado pela instituição financeira.


Na segunda acção, o relatório do supervisor, refere problemas ao nível do governo interno da instituição, designadamente no que respeita ao funcionamento dos seus órgãos sociais, e ao “envolvimento dos mesmos na definição, discussão e acompanhamento da estratégia e da actividade corrente do banco e da adequação dos recursos alocados às funções de controlo”.


Em abril, o Expressou noticiou que o Banco de Portugal estava a analisar o processo de idoneidade de Isabel dos Santos, no dossiê de nomeação dos órgãos sociais do BIC, e tinha recusado a indicação de outros administradores do BIC devido a dúvidas sobre o cumprimento de regras de "compliance" (observâncias de procedimentos) tornadas obrigatórias pelo Banco Central Europeu.

Governo angolano corta em contratações para Educação e Saúde




Luanda - O Governo angolano travou o processo de admissão de novos professores nos moldes inicialmente anunciados e pode vir a reduzir em 30 por cento o número de quadros previstos para o sector.

Fonte: VOA

Depois de ter anunciado a reabertura de novas admissões para o Estado, a título excepcional, com 22 mil vagas para os sectores da Educação, Saúde e Ensino Superior, o Executivo colocou um travão neste processo.



O ministro Mpinda Simão, é citado pelo Novo Jornal como tendo dito que"foi apresentada uma proposta, com três cenários, havendo um que determina os limites das ´quotas correctas”.



"Há um cenário que propõe que as quotas sejam reduzidas em 30 por cento", tecto que, no entanto, não está fechado e é um assunto que ainda tem de ser tratado, aguardando por uma decisão final do Chefe do Executivo", explicou Simão.



Em reacção, o líder do Sindicato dos Professores do Ensino Superior Carlinhos Zassala alerta que a Educação e a Saúde são sectores que não devem ser “mexidos”.



Para aquele académico, o Governo deve procurar alternativas para se contornar a situação porque “a crise não pode servir de ´bode expiatório´ para os problemas que não conseguimos prever ou resolver”.



Um decreto assinado pelo Presidente José Eduardo dos Santos, com data de 21 de Março, aprovou a abertura de crédito adicional ao Orçamento Geral do Estado (OGE) de cerca de 190 milhões para pagamento de despesas relacionadas com novas admissões.

Governo angolano corta em contratações para Educação e Saúde




Luanda - O Governo angolano travou o processo de admissão de novos professores nos moldes inicialmente anunciados e pode vir a reduzir em 30 por cento o número de quadros previstos para o sector.

Fonte: VOA

Depois de ter anunciado a reabertura de novas admissões para o Estado, a título excepcional, com 22 mil vagas para os sectores da Educação, Saúde e Ensino Superior, o Executivo colocou um travão neste processo.



O ministro Mpinda Simão, é citado pelo Novo Jornal como tendo dito que"foi apresentada uma proposta, com três cenários, havendo um que determina os limites das ´quotas correctas”.



"Há um cenário que propõe que as quotas sejam reduzidas em 30 por cento", tecto que, no entanto, não está fechado e é um assunto que ainda tem de ser tratado, aguardando por uma decisão final do Chefe do Executivo", explicou Simão.



Em reacção, o líder do Sindicato dos Professores do Ensino Superior Carlinhos Zassala alerta que a Educação e a Saúde são sectores que não devem ser “mexidos”.



Para aquele académico, o Governo deve procurar alternativas para se contornar a situação porque “a crise não pode servir de ´bode expiatório´ para os problemas que não conseguimos prever ou resolver”.



Um decreto assinado pelo Presidente José Eduardo dos Santos, com data de 21 de Março, aprovou a abertura de crédito adicional ao Orçamento Geral do Estado (OGE) de cerca de 190 milhões para pagamento de despesas relacionadas com novas admissões.

Governo angolano corta em contratações para Educação e Saúde




Luanda - O Governo angolano travou o processo de admissão de novos professores nos moldes inicialmente anunciados e pode vir a reduzir em 30 por cento o número de quadros previstos para o sector.

Fonte: VOA

Depois de ter anunciado a reabertura de novas admissões para o Estado, a título excepcional, com 22 mil vagas para os sectores da Educação, Saúde e Ensino Superior, o Executivo colocou um travão neste processo.



O ministro Mpinda Simão, é citado pelo Novo Jornal como tendo dito que"foi apresentada uma proposta, com três cenários, havendo um que determina os limites das ´quotas correctas”.



"Há um cenário que propõe que as quotas sejam reduzidas em 30 por cento", tecto que, no entanto, não está fechado e é um assunto que ainda tem de ser tratado, aguardando por uma decisão final do Chefe do Executivo", explicou Simão.



Em reacção, o líder do Sindicato dos Professores do Ensino Superior Carlinhos Zassala alerta que a Educação e a Saúde são sectores que não devem ser “mexidos”.



Para aquele académico, o Governo deve procurar alternativas para se contornar a situação porque “a crise não pode servir de ´bode expiatório´ para os problemas que não conseguimos prever ou resolver”.



Um decreto assinado pelo Presidente José Eduardo dos Santos, com data de 21 de Março, aprovou a abertura de crédito adicional ao Orçamento Geral do Estado (OGE) de cerca de 190 milhões para pagamento de despesas relacionadas com novas admissões.

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